segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"A DANÇA DA VIDA" NO MOVIECOM ARTE DE 05 À 11/12



Dentro do projeto MOVIECOM ARTE que tem o apoio das LOJAS VISÃO e da ACCPA (Associação dos Críticos de Cinema do Pará), será exibido no período de 05 à 11/12/08 no Moviecom Castanheira (Sala 04), em projeção digital, o documentário "A DANÇA DA VIDA".
A Seguir, informações sobre o filme:

"A DANÇA DA VIDA"

Direção : Juan Zapata
Duração : 80 minutos
Genêro : Documentário
Classificação Etária : 14 anos
Distribuição : Zapata Filmes
Sinopse : O filme mostra as percepções de diversos grupos de idosos sobre sua sexualidade, seus hábitos e os lugares que freqüentam, além das reflexões e questionamentos que surgem nesta fase da vida.






Marco Antonio Moreira

terça-feira, 25 de novembro de 2008

"AINDA ORANGOTANGOS" NO MOVIECOM ARTE DE 28/11 À 04/12/08


Dentro do projeto MOVIECOM ARTE que tem o apoio das LOJAS VISÃO e da ACCPA (Associação dos Críticos de Cinema do Pará), será exibido no período de 28/11 à 04/12/08 no Moviecom Castanheira (Sala 04) em projeção digital, o filme "AINDA ORANGOTANGOS", filme brasileiro exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e que recebeu o prêmio de melhor filme de diretor estreante no Festival de Lima.
A Seguir, informações sobre o filme:

"AINDA ORANGOTANGOS"
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 81 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2007
Distribuição: Pandora Filmes
Direção: Gustavo Spolidoro
Roteiro: Gibran Dipp e Gustavo Spolidoro, baseado em livro de Paulo Scott
Produção: Cristiane Oliveira, Fabiano de Souza, Milton do Prado, Gílson Vargas e Gustavo Spolidoro
Elenco : Karina Kazuê, Lindon Shimizu, Kayodê da Silva e Janaína Kramer
Sinopse : Porto Alegre, no dia mais quente do verão. Um casal de imigrantes chineses cruza a cidade em um vagão de metrô. Doentes e cansados, eles tentam ajudar um ao outro, ao mesmo tempo em que enfrentam a desconfiança dos demais passageiros e a incompreensão de sua língua. O chinês vagueia pelos corredores da estação de metrô e pelo mercado público da cidade, em busca de ajuda. É o início de uma série de situações-limite vividas por diversos habitantes da cidade.É o 1º longa-metragem filmado em um único plano-sequência no Brasil.
Marco Antonio Moreira

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

“Rec”(Espanha,2007) é um falso documentário que faz a bruxa de Blair decolar na vassoura para o diabo que a carregue.
Simula-se uma telereportagem sobre a rotina de bombeiros em Barcelona. Soa o alarme e sabe-se que uma senhora está presa, aos gritos, em um prédio no subúrbio. A repórter segue com o câmera junto com dois bombeiros. No local depara com uma velha seminua que ataca um guardamordendo-lhe a jugular como bom vampiro . Daí em diante monta-se um quadro aterrorizante: todos ficam presos no edifício, pois o Departamento de Saúde diagnosticou um mal tipo raiva que não deve ultrapassar aquele domínio. Daí em diante é evitar dentada, até de criança.
O filme de dois cineastas: Jaume Balagueró e Pacu Plaza, com roteiro de Luis Bedejo e fotografia de Pablo Rosso, é um prodígio de pegadinha. O falso câmera também se chama Pablo e a repórter Manuela Velasco, muito simpática, soltam os gritos e sussurros necessários para se deixar a idéia de que a vampiragem é real . Tem de tudo para se entender que está sendo difícil documentar os acontecimentos. Mas há cochilos, como um gravador que toca o que se quer na rolagem certa e sabe lá com que energia na dependência sem luz. Mas quem está com os olhos grudados na tela (e a narrativa dá margem a isso) não dá muita bola. Tudo é “frisson” e sem fim. A última palavra da repórter é “-Filma tudo, Pablo”.
Os meninos devem ter gastado pouco. Faturaram muito. E os americanos já copiaram com o nome de “Quarentena”.
Dá vontade da gente fazer uma caçada à Mula sem Cabeça. Ou ao Curupira.
(Pedro Veriano)

"FIM DOS TEMPOS" MERECE SER VISTO E DISCUTIDO


O diretor M. Night Shyamalan é um dos melhores cineastas do momento. Seus filmes sempre têm boas narrativas, boas histórias e finais que além de surpreendentes, fazem o espectador refletir. Seu maior sucesso, “O Sexto Sentido”(1999) foi um marco do genêro suspense e deu condições para o diretor realizar seus projetos mais pessoais incluindo o belo “A Dama na Água”, seu filme mais incompreendido até agora. Mas em “Fim dos Tempos”, mais uma vez inspirado pelo cinema de Alfred Hitchcock, especialmente pelo filme “Os Passáros”, ele realiza um trabalho onde todas as melhores características de seu cinema aparecem à favor de uma história que fala da relação do homem com a natureza. Natureza que aqui procura dar sinais de que tudo deve mudar interferindo no dia a dia dos homens. Para alguns, “Fim dos Tempos” é confuso e repetitivo mais na verdade, o filme faz parte do processo de criação de um diretor que a cada filme evolui e exercita seu estilo de filmar e contar histórias de forma cada vez melhor.

Marco Antonio Moreira

"O SELVAGEM DA MOTOCICLETA" NA TV POR ASSINATURA


“O Selvagem da Motocicleta" de Francis Coppola é um dos destaques da Tv por Assinatura neste final de mês. No filme, um líder de uma gangue local vive lutando pelo poder com outra gangue e tem como ídolo o irmão mais velho conhecido "O Motoqueiro". Vivendo cada dia sem perspectiva, ele e sua gangue vivem procurando confusão. Mas a volta do seu irmão mais velho à cidade, com um comportamento diferente e mais maduro, mudará o rumo de sua história. Os anos 80 foram anos de maturidade para o diretor Francis Coppola (O Poderoso Chefão/Apocalypse Now) que realizou filmes com foco na juventude como “Vidas sem Rumo”(1984) e “O Selvagem da Motocicleta”(1983). Aqui, o estilo e a narrativa de Coppola, nos leva para uma história onde os jovens tem pouca perspectiva e onde a violência e a questão social parecem estar grudadas na estrutura emocional de todos. É um dos melhores filmes do diretor, com uma bela fotografia e música funcional de Stewart Coppeland (The Police). Pena que Coppola nos anos 90 não tenha conseguido repetir uma série de bons filmes mais sem dúvida ele tem seu nome marcado na história do cinema.


Marco Antonio Moreira

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Ana e o Caos

Caótica não é só Ana, a personagem de Manuela Vellés no filme de Julio Medem. Caótico é o filme todo. O roteiro (do diretor) misturam psiquiatria de almanaque com Terapia das Vidas Passadas(TVP), ou seja, Freud com os credos orientais adquiridos hoje no ocidente.
A personagem-título mora com o pai, um alemão, em uma região praiana da Espanha. Eles vivem do que vendem numa feira de artesanato, e a moça, dedicada à pintura, acha-se no céu quando uma turista (Charlotte Rampling) a convida para seguir com ela até Madri, onde terá campo para desenvolver seu talento artístico. Na capital Ana encontra, antes desse estabelecimento profissional, o sexo. Mas o amante, um árabe, não demora muito em sua cama. Segue para a sua região onde é morto. Estressada e relatando visões, Ana é alvo da hipnose feita pelo amigo de ocasião, um americano conhecido como Anglo. Mas a sua amizade maior é com Linda(Bebe), uma enigmática morena que acaba se infiltrando nas vidas (e são muitas) que a garota vem a recordar.
A narrativa vai de 10 a 0 como na hipnose clássica. Mas não adianta essa pontuação. Como não é crível a técnica de hipnotismo realizada. A comparar, a de Woody Allen em “Spot” é melhor. Bem, o que importa é que Medem quer dizer muito de suas figuras a partir de uma seqüência em que se testa aptidão de falcões. Parece um detalhe gartuto no filme. Mas é uma das chaves para tentar absorvê-lo. Os falcões são aves bonitas que voam alto e descem para matar. Ana é vista relaxada do fundo de um lago azul e daí passa para papéis diversos em diversas regiões nas voltas carnais pelo tempo. Como tragada por falcões, ela sempre morre de forma violenta. E sempre tenta fugir da tragédia, adentrando pelas políticas cruentas de diversos países. Acaba(pelo menos no filme) cagando na cabeça de um norte-americano belicoso. Medem engrossa para fechar uma fabulação que envolve literalmente mundos e fundos. Cabe no seu trabalho aquele ditado antigo: “quem tudo quer, tudo perde”. Ou “mais vale um passaro(no caso um falcão) na mão do que dois voando”. (Pedro Veriano)

BROWN BRUNNY" NO MOVIECOM ARTE DE 21 À 27/11


Dentro do projeto MOVIECOM ARTE, que tem o apoio das LOJAS VISÃO e da ACCPA (Associação dos Críticos de Cinema do Pará), será exibido de 21 à 27 /11, no Moviecom Castanheira Sala 04, em projeção digital, o filme "Brown Brunny". O filme escandalizou o Festival de Cannes há alguns anos dividindo a crítica internacional. "Brown Brunny" permanecia inédito nos cinemas de Belém até agora.
Confira a seguir informações sobre o filme :
"Brown Bunny"
Direção: Vincent Gallo
Gênero: Drama
Elenco: Vincent Gallo, Chloë Sevigny, Cheryl Tiegs, Elizabeth Blake, Anna Vareschi, Mary Morasky.
Duração: 93 min.
Título original: Brown Bunny
País: EUA
Classificação: 18 anos
Sinopse :Bud Clay (Vincent Gallo) é piloto de Fórmula II e ainda sofre por causa da perda de seu grande amor. Após perder uma corrida em New Hampshire, vai a Califórnia, onde será a próxima. Atravessando os Estados Unidos, ele cruza a cada dia com a possibilidade de um novo amor, todos com nomes de flores. Mas nada parece ser capaz de substituir Daisy (Chloë Sevigny), a única mulher que amou e que amará para sempre
Marco Antonio Moreira

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