quinta-feira, 19 de junho de 2014

SESSÃO CINEMATECA ESPECIAL apresenta:
"REBECCA:A MULHER INESQUECÍVEL", de Alfred Hitchcock 


Hitch faz uso de técnicas até então nunca utilizadas em seus filmes, que são essenciais para entendermos a condição da Sra. De Winter. Por exemplo, ele escolhe planos que diminuem a figura da personagem, em contraste com a enorme Manderley, como se ela fosse esmagada a cada passo que dava. Leia mais em http://cineanalise.wordpress.com/2011/04/14/hitchcock-rebecca/
Com Laurence Olivier, Joan Fontaine
CINE OLYMPÍA
DOMINGO, 22/06, às 16h. ENTRADA FRANCA
Homenagem da ACCPA aos 80 anos do crítico de cinema Acyr Castro

domingo, 15 de junho de 2014

Dia 27/06 - CINECLUBE DA UEPA (Campus Djalma Dutra) apresenta:
PLANETA DOS MACACOS, de Franklin J. Schaffner.

Schaffner fez o que Tim Burton não conseguiu, expor a inversão de papéis entre homem e macaco de uma maneira excepcional, e sobretudo ser crível com essa história. O roteiro do filme é grande responsável por isso, ao mostrar essa realidade aterradora entre dominador e dominado, porém, sem um trabalho competente de direção teria sido esquecido à muito tempo.
Leia Mais: http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-planeta-dos-macacos-1968/#ixzz34l3sdQRT
Com Charlton Heston. https://www.youtube.com/watch?v=2KJTgdo0syI
Às 16h. Entrada franca. Debate após a exibição. Parceria da ACCPA com a ACADEMIA PARAENSE DE CIÊNCIAS.



DIA 26/06 - CASA DA LINGUAGEM apresenta “A VIDA DE DAVID GALE” de Alan Parker 

Independente das reações extremadas, a obra de Parker guarda qualidades louváveis, como as interpretações acertadas de seu trio protagonista, o roteiro contundente de Charles Randolph e sua marcante trilha sonora, que curiosamente é utilizada à exaustão em trailers de filmes como Milk (2008), O Artista (2011) e A Dama de Ferro (2011). Polêmicas à parte, A Vida de David Gale merece o prestígio de figurar entre grandes suspenses sobre a pena de morte, ao lado dos excelentes Doze Homens e Uma Sentença (1957), de Sidney Lumet, A Tênue Linha da Morte (1988), de Errol Morris, e Ao Abismo (2011), de Werner Herzog. Leia mais em http://www.papodecinema.com.br/artigos/51-alan-parker


Com Kevin Spacey e Kate Winslet. https://www.youtube.com/watch?v=TPTzkQUHH6E  Horário: 18h. Local: CASA DA LINGUAGEM (Nazaré com Assis de Vasconcelos). Entrada franca. Debate após a exibição. Parceria da ACCPA com a ACADEMIA PARAENSE DE CIÊNCIAS. 
CINE LÍBERO LUXARDO apresenta SESSÃO CULT:
A VIDA POR UM FIO, de Anatole Litvak

Estilo primariamente associado a filmes policiais, que retrata seus personagens num mundo cínico e antipático. Sempre em preto e branco, são caracterizados pelo alto contraste; característica do expressionismo alemão. Vivei seu auge na década de 40.
http://www.saopaulofilmcommission.org.br/noticias/uma-vida-por-um-fio-encerra-o-ciclo-noir-e-o-prime/ 
A VIDA POR UM FIO, de Anatole Litvak (1948). Com Barbara Stanwyck e Burt Lancaster. https://www.youtube.com/watch?v=__m2YipCjks 

Dia 21, 16h. Entrada franca. Apoio: ACCPA. Debate após a exibição. 

domingo, 8 de junho de 2014

Documentário Revelando Sebastião Salgado será exibido no Sesc Boulevard
Produção nacional retrata universo de um dos maiores fotógrafos da atualidade
       
       
O Centro Cultural Sesc Boulevard, em Belém, exibe no dia 10 de junho, o documentário Revelando Sebastião Salgado, primeira produção brasileira sobre a vida do artista. No filme, a cineasta Betse de Paula utiliza como fio condutor uma longa entrevista feita com o fotógrafo em 2012, em que ele faz um retrospecto de sua carreira. O documentário mostra ainda um pouco da intimidade de Salgado, sua rotina e métodos de trabalho. A exibição acontece a partir das 19 horas, com entrada franca. Para a programação, serão distribuídos ingressos com uma hora de antecedência, respeitando a lotação máxima do espaço, de 137 lugares. A classificação é livre.
        O documentário destaca pontos pouco conhecidos do fotógrafo brasileiro, que se mudou para Paris durante a ditadura militar. Um deles é o registro que fez do atentado contra o presidente norte-americano Ronald Reagan em frente ao Hotel Hilton, na cidade de Washington, nos Estados Unidos, em 1981. No filme, Sebastião conta que não gosta de falar sobre o assunto e que não queria ser conhecido como o “fotógrafo do atentado”.
         A produção nacional também mostra aspectos importantes da relação de Sebastião Salgado com a fotografia, como a utilização do preto e branco como suporte preferencial, a transição para o digital e, principalmente, como é ser um dos maiores fotógrafos do mundo. O documentário conta ainda com imagens gravadas no estúdio do artista, que revelam diversas etapas de seu processo criativo, desde o envolvimento com as pessoas retratadas até a imersão no universo a ser revelado.
        Nascido em Aimorés, Minas Gerais, e economista de formação, Sebastião Salgado iniciou sua carreira como fotógrafo no ano de 1973, em Paris, onde trabalhou para as agências Sygma, Gamma e Magnum Photos. Como fotojornalista, foi o único a documentar o atentado cometido contra o então presidente Ronald Reagan, no início da década de 80. Em 1994, decidiu iniciar com sua mulher, Lélia Salgado, uma agência para tratar exclusivamente de seus trabalhos, a Amazonas Images. Sua obra já inspirou diversos filmes, a maior parte para exibição em TV por assinatura. O documentário Revelando Sebastião Salgado foi produzido através de parceria entre a RioFilme, a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e o Canal Brasil.   

SERVIÇO:
Revelando Sebastião Salgado no Centro Cultural Sesc Boulevard
Data: 10 de junho de 2014
Horário: 19 horas
Local: Centro Cultural Sesc Boulevard (Boulevard Castilho França, 522/523 - em frente à Estação das Docas)
Entrada Franca
Os ingressos serão distribuídos na recepção do Sesc com uma hora de antecedência
Local com capacidade máxima de 137 lugares    


sexta-feira, 6 de junho de 2014

A Associação de Críticos de Cinema do Pará – ACCPA, se posiciona absolutamente favorável a doação do projetos em 35mm da empresa Cinépolis do Brasil para as salas do circuito alternativo em Belém do Pará: Cine Líbero Luxardo, Cine Olympia e Cine Estação das Docas. 

A doação dos equipamentos para projeção em película otimiza a difusão da cultura cinematográfica no estado, enquanto as respectivas salas aguardam a instalação de novos projetores digitais, o que favorece em breve (esperamos) a junção desses dois suportes para a programação de cinema destes espaços.

Em virtude do ano eleitoral, a associação aguarda a celeridade do processo de doação, para que possamos ter maior acesso ao bens culturais disponíveis, no caso, a sétima arte.
 BELÉM DO PARÁ NA TELA DO OLYMPIA


Por Elias Neves Gonçalves

Entra em cartaz nesta sexta (06 de junho)  no Cinema Olympia,  sempre às 18:30 h, de terça a domingo (exceto dias 09, 10 e 16/06), o filme “A Última Estação” que  marca a estreia do diretor Marcio Curi em seu primeiro longa-metragem. Curi já produziu   trabalhos  como “Filhas do Vento” e  “Araguaya – Conspiração do Silêncio”. O filme – inédito nos cinemas da cidade – é uma  co-produção  Brasil/Líbano,2012 que narra a saga de Tarik (Mounir Maasri), um adolescente  libanês que decide deixar  seu país em guerra  e  vem  em busca de uma  vida melhor no Brasil. Passageiro da 3ª. classe em  num navio italiano, Tarik  faz amizade com   outros  jovens  de países árabes  e  a partir  daí, com a convivência e  o compartilhamento  da comida e água regrados, os laços de afeto e amizade vão se enraizando. Depois de 50 anos daquele desembarque no Porto de Santos, Tarik decide pegar a estrada sem um rumo definido a fim  de encontrar um desses amigos da juventude no intuito de agradecer uma boa ação recebida.

O roteiro, assinado  por  Di  Moretti ( que também assinou filmes como “Tropicália” e  “Cabra-Cega” ) tem uma estrutura de roadmovie e  cada estação visitada pelo personagem Tarik evoca uma lembrança ou um amigo dos tempos idos. As cidades-estações  são também um pretexto para mostrar a forte imigração de povos árabes no Brasil  (sua cultura e costumes ) e como eles se estabeleceram  formando  uma das comunidades  estrangeiras mais bem sucedidas no país que os acolheu. A multiplicação das comunidades árabes representada  no filme desmistifica a  ingênua ideia  do brasileiro de que  todo árabe é turco.

PESQUISA E HISTÓRIA
A pré-produção do longa-metragem contou com uma extensa e detalhada pesquisa de campo sobre a origem e história de vida dos imigrantes de origem árabe no Brasil. A equipe do diretor Marco Curi visitou cidades e  encarregou-se de buscar e registrar histórias de famílias que aqui chegaram e conseguiram se firmar  nas diversas  atividades de comércio e serviços. De certo  modo, os  personagens reproduzem algumas destas histórias de  vida que  foram contadas de geração em geração pelas  famílias entrevistadas na pesquisa.

LOCAÇÕES E ELENCO
Do litoral de Santos-SP,  passando  por Brasília-DF, Anápolis-GO até Beirute no Líbano, “A Última Estação” cativa o espectador não apenas pela trajetória de um velho viúvo  libanês que decide viver ao invés de vestir o pijama e ficar deitado na cama esperando a morte chegar. A cidade de Belém do Pará é uma das estações do filme. Lugares como o Ver-o-Peso, Estação das Docas, a Igreja da Sé no domingo do Círio de Nazaré são um dos pontos que o espectador vai logo identificar por meio da bela fotografia.

Além do elenco fixo com  Elisa Lucinda (Ciça) e Klarah Lobato (Samia) temos o ator paraense Adriano Barroso  em mais uma atuação.  
Em contato com  o diretor Marcio Curi por  e-mail, ele expressou  todo interesse de que seu filme fosse exibido no Cine Olympia em  Belém  e ficou entusiasmado com a estreia  na cidade que serviu de locação  para seu filme.

SERVIÇO:
“A Última Estação”- Cinema Olympia  18:30h / de 06 a 19 de Junho (exceto dias 09,10 e 16/06) Entrada franca    -    Classificação indicativa  12  anos. 

Por Elias Neves Gonçalves

Entra em cartaz nesta sexta (06 de junho)  no Cinema Olympia,  sempre às 18:30 h, de terça a domingo (exceto dias 09, 10 e 16/06), o filme “A Última Estação” que  marca a estreia do diretor Marcio Curi em seu primeiro longa-metragem. Curi já produziu   trabalhos  como “Filhas do Vento” e  “Araguaya – Conspiração do Silêncio”. O filme – inédito nos cinemas da cidade – é uma  co-produção  Brasil/Líbano,2012 que narra a saga de Tarik (Mounir Maasri), um adolescente  libanês que decide deixar  seu país em guerra  e  vem  em busca de uma  vida melhor no Brasil. Passageiro da 3ª. classe em  num navio italiano, Tarik  faz amizade com   outros  jovens  de países árabes  e  a partir  daí, com a convivência e  o compartilhamento  da comida e água regrados, os laços de afeto e amizade vão se enraizando. Depois de 50 anos daquele desembarque no Porto de Santos, Tarik decide pegar a estrada sem um rumo definido a fim  de encontrar um desses amigos da juventude no intuito de agradecer uma boa ação recebida.

O roteiro, assinado  por  Di  Moretti ( que também assinou filmes como “Tropicália” e  “Cabra-Cega” ) tem uma estrutura de roadmovie e  cada estação visitada pelo personagem Tarik evoca uma lembrança ou um amigo dos tempos idos. As cidades-estações  são também um pretexto para mostrar a forte imigração de povos árabes no Brasil  (sua cultura e costumes ) e como eles se estabeleceram  formando  uma das comunidades  estrangeiras mais bem sucedidas no país que os acolheu. A multiplicação das comunidades árabes representada  no filme desmistifica a  ingênua ideia  do brasileiro de que  todo árabe é turco.

PESQUISA E HISTÓRIA
A pré-produção do longa-metragem contou com uma extensa e detalhada pesquisa de campo sobre a origem e história de vida dos imigrantes de origem árabe no Brasil. A equipe do diretor Marco Curi visitou cidades e  encarregou-se de buscar e registrar histórias de famílias que aqui chegaram e conseguiram se firmar  nas diversas  atividades de comércio e serviços. De certo  modo, os  personagens reproduzem algumas destas histórias de  vida que  foram contadas de geração em geração pelas  famílias entrevistadas na pesquisa.

LOCAÇÕES E ELENCO
Do litoral de Santos-SP,  passando  por Brasília-DF, Anápolis-GO até Beirute no Líbano, “A Última Estação” cativa o espectador não apenas pela trajetória de um velho viúvo  libanês que decide viver ao invés de vestir o pijama e ficar deitado na cama esperando a morte chegar. A cidade de Belém do Pará é uma das estações do filme. Lugares como o Ver-o-Peso, Estação das Docas, a Igreja da Sé no domingo do Círio de Nazaré são um dos pontos que o espectador vai logo identificar por meio da bela fotografia.

Além do elenco fixo com  Elisa Lucinda (Ciça) e Klarah Lobato (Samia) temos o ator paraense Adriano Barroso  em mais uma atuação.  
Em contato com  o diretor Marcio Curi por  e-mail, ele expressou  todo interesse de que seu filme fosse exibido no Cine Olympia em  Belém  e ficou entusiasmado com a estreia  na cidade que serviu de locação  para seu filme.

SERVIÇO:

“A Última Estação”- Cinema Olympia  18:30h / de 06 a 19 de Junho (exceto dias 09,10 e 16/06) Entrada franca    -    Classificação indicativa  12  anos.

 

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